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Produtividade da Construção Civil é tema de debate

O Seminário Inovação e Produtividade na Construção Civil apresentou tendências e informações atualizadas do setor e sua cadeia produtiva. A iniciativa, estruturada pelo Sistema Firjan a partir de discussões setoriais, busca fomentar o setor que responde por cerca de 50% dos investimentos da economia do país.

“A Construção Civil é a forma mais rápida de gerar empregos, então dar apoio a essa indústria é fundamental para a retomada econômica do Rio e do Brasil. Para fortalecer esse mercado, estamos construindo um laboratório no Senai Três Rios, que irá oferecer diversos serviços voltados ao setor, em especial de ensaios relacionados à Norma de Desempenho (ABNT NBR 15575)”, destacou Sérgio Yamagata, presidente do Sindicato das Indústrias da Construção, Engenharia Consultiva e do Mobiliário de Niterói a Cabo Frio (Sindicem).

Consultor e ex-diretor da Tishman Speyer, Luiz Henrique Ceotto disse ser fundamental industrializar a produção por meio de uma padronização dos sistemas, que incentive os fornecedores a oferecerem produtos pré-fabricados: “A cadeia produtiva deve cooperar profissionalizando e oferecendo ferramentas que transforme a construção em processo de montagem, integrando os fornecedores, encurtando o prazo de produção de um prédio. Isto implica na redução de risco, de custo e de elevação da produtividade”, explicou.

Ubiraci Espinelli, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), apresentou um estudo de caso no qual a organização do trabalho por meio de uma gestão eficiente fez com que houvesse um ganho de 30% em produtividade: “Não são necessários grandes investimentos para alcançar um desempenho mais eficiente. Entre os fatores para ampliar a produtividade a organização e a logística nos canteiros de obra são exemplos de atitudes que mitigam o tempo ocioso. A administração deve gerir continuamente o trabalho para observar o que deve ser ajustado”, afirmou.

Sobre o monitoramento das atividades laborais, Luís Otávio Cocito, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), enfatizou que a informação norteia o desenvolvimento da indústria, independente do ramo de atuação. Para ele, o fundamental é não perder a oportunidade de captar os dados e transformá-los em informações, propiciando que os gestores definam estratégias que alavanquem a produtividade de um negócio.

“A partir de ferramentas de monitoramento, é possível observar como está sendo usado o tempo produtivo de cada operário. Uma boa organização faz com que o tempo de entrega de um empreendimento imobiliário seja reduzido de forma drástica”, disse. Para Gustavo Sarruf, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Centro Norte Fluminense (Sinduscon/CN), é essencial haver um entendimento entre os agentes da cadeia produtiva e a academia para que o setor da Construção Civil fique mais competitivo.

“O terceirizado precisa ter capacitação e ser especialista na atividade que exerce dentro da indústria imobiliária. Eles são peça-chave na cadeia produtiva. Para aumentar o rendimento será crucial pensar em todo a cadeia, e não apenas nas construtoras”, observou.

Já Mauro Campos, presidente do Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário do Sul Fluminense (Sinduscon/SF), pontuou que é necessário haver uma reforma no ensino superior de Engenharia. Segundo ele, que também é diretor da Aceplan Construções e Incorporações, “é preciso aumentar a produtividade por meio da capacitação profissional voltada ao século XXI. Muitas universidades ainda estão ensinando Engenharia de 1940, isso limita os profissionais que entram no mercado em relação às novas tecnologias. Faz-se necessário um movimento de aproximação indústria e universidades”, concluiu.

Fonte: Firjan

Firjan lança Cartilha Trabalhista

Sancionada em julho deste ano, a nova lei trabalhista, que começou a vigorar no dia 11 de novembro, altera mais de cem pontos da Consolidação das Leis do trabalho (CLT) e traz mudanças importantes para trabalhadores e patrões.

A nova legislação representa um marco para as relações de trabalho no Brasil e a expectativa é que a mudança represente um passo importante na construção de uma nova história de crescimento econômico e geração de empregos. A reforma traz diversos avanços, aumenta a segurança jurídica e confere mais equilíbrio entre as partes nos litígios trabalhistas.

Para auxiliar o industrial fluminense a acompanhar cada ponto da nova legislação, entendendo, na prática, tudo o que mudou, o Sistema Firjan preparou e disponibilizou em seu portal a Cartilha Trabalhista. O documento apresenta, de maneira didática, as modificações trazidas pela nova lei, confrontando o cenário anterior à sua publicação.

Clique aqui e acesse a Cartilha Trabalhista da Firjan!

Sindicer/PI reúne associados para confraternização

Na última sexta-feira (01), o Sindicato das Indústrias de Cerâmica para a Construção do Estado do Piauí – Sindicer/PI, recebeu seus associados para a confraternização de final de ano, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (Fiepi), em Teresina (PI).

O diretor de Relações Institucionais da Federação, Ewerton Negri, representou o presidente da instituição, Antonio José de Moraes Filho. Para o presidente do Sindicato, Waldyr Moraes Junior, o ano de 2017 foi de dificuldades, porém, com muitas realizações para o setor cerâmico da região. Dentre elas, o Encontro Nacional realizado no mês de setembro, que teve grande repercussão nacional, além das capacitações promovidas em parceria com entidades como Senai, Sesi e Sebrae.

Sobre as ações para 2018, o presidente citou a organização de um Workshop com a participação de alunos do curso de engenharia, onde serão mostrados os produtos desenvolvidos pelo setor, além da realização de uma missão à Colômbia e participações em feiras e eventos pelo Brasil.

O Sindicato ainda homenageou os empresários Antônio Carlos Fortes, João Martins Cortez e Carlos Luiz Raposo, com o título de “Ceramista do ano”.

Com informações da Ascom/Fiepi.

Já está em vigor a Norma ABNT NBR 15.270-1:2017

O projeto de revisão da norma ABNT NBR 15.270-2 Componentes cerâmicos – Blocos e tijolos para alvenarias estrutural, de vedação e racionalizada – Parte 1: Requisitos e – Parte 2: Métodos de ensaio, elaborado pela Comissão de Estudo Especial de Cerâmica Vermelha (ABNT/CEE-179), foi publicado e já está em vigor.

A partir de agora a ABNT NBR 15.270:2005 partes 1, 2 e 3 estão canceladas. Entre as alterações da Norma estão questões como: absorção de água, marcação, dimensões de septos e paredes, inclusão dos tijolos maciços e perfurados, criação de classes de acordo com aplicação, entre outras.

A gestão deste processo de revisão ficou à cargo da Anicer e contou com participação de diversas entidades, sindicatos, associações, universidades, indústrias cerâmicas, laboratórios, consultores e profissionais, além dos engenheiros Guilherme Parsekian e Ronaldo Bastos Duarte.

Saiba mais, clicando aqui!

Anicer volta a se reunir com DNPM

O Presidente da Anicer, Natel Moraes, esteve reunido novamente com representantes do Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM, em Brasília, na manhã de ontem (29), para dar andamento às solicitações que havia pleiteado em relação a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais – Cfem e a forma como está sendo realizado o cálculo das notificações em diversos estados do Brasil.

Moraes vem solicitando ao órgão uma maior transparência nos dados do documento, bem como uma padronização em relação ao valor por tonelada que será cobrado aos empresários do setor de cerâmica vermelha. “A Anicer não concorda com esse tipo de cálculo. Por isso, discutimos por mais de uma hora, foi uma reunião muito tensa, porque na verdade eles também não querem abrir mão de receita. Mostramos para eles que mesmo calculando esses valores e englobando todo o custo que eles estão empregando, o valor está dando quase três vezes mais que o normal. Infelizmente, não fomos atendidos exatamente naquilo que solicitamos, mas criamos um bom canal de conversa para dialogarmos sobre essas questões. Aproveitei ainda para discutir sobre a nova modalidade da medida provisória que saiu, que é um próximo passo, já que a MP vai usar um valor referencial, em relação ao valor da argila. Já não incluiria todo o custo do processo produtivo do produto. Então, ano que vem, acredito que essa questão estará mais resolvida e adiantada. Mas teremos que resolver esse passivo retroativo. É isso que a Anicer vai trabalhar para resolver. A discussão de 31 de dezembro de 2017 para trás (10 anos), será o ponto de incidência da Cfem e precisamos chegar a um bom entendimento, para as duas partes, em relação a como será realizada esta cobrança”, explicou o presidente da Anicer.

Além de Moraes, participaram da reunião o Diretor Geral do órgão, Victor Hugo Froner Bicca e seu Diretor de Arrecadação, Ricardo Paraíba, o Diretor do DNPM/MS, Alexandre Rezende, o sócio-proprietário da Evolução Assessoria contábil, Ademilson Pimentel e o geólogo da Hidrosul Ambiental Serviços Geológicos – Geologia e Meio Ambiente, Milton Saratt.

 

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